domingo, 22 de maio de 2011

"Como melhorar o convívio na escola"


  "Muitos diretores e professores sentem-se desmotivados para tentar melhorar o convívio e diminuir ou acabar com a violência nas escolas.
  Essa desmotivação é compreensível, tendo em vista as dificuldades para se conseguir resultados nesse sentido.
  Alguns dos gestos e valores que podemos adiquirir para melhorar o convívio da nossa escola, entre professores e alunos, são: ajudar uns aos outros, respeitos, amizade, atos de caridade, tentar sempre fazer o do bom o melhor. 
  É com pequenos gestos de amor é caridade que se muda o mundo" 

sábado, 21 de maio de 2011

Atividade

O GATO VAIDOSO

1) Que tipo de texto você imagina que será este?

2) Quem será o personagem principal?
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   Morava na mesma casa dois gatos iguaizinhos no pêlo mas desiguais na sorte.
  
3) Para você, o que faz com que esses gatos sejam diferentes na sorte?
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   Um animado pela dona, dormia em almofadões. Outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo. O outro por feliz se dava com as espinhas de peixe do lixo.

4) Você acha que esses gatos convivem, bem? Justifique.
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   Certa vez, cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo, dizendo:

5) O que o gato de luxo vai dizer ao outro?
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 - Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo...


6) O outro gato vai aceitar as provocações sem retrucar? Justifique.

7) O que esse gato dirá ao gato de luxo?

          - Alto lá, seu orgulhoso! Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho.
          - Sou nobre! Sou mais que tu!
          - Em quê? Não mias como eu?

8) Você acha que o gato de luxo mia igual ao outro? Por quê?
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 - Mio.
 - Não tens rabo como eu?
 - Tenho.
 - Não caças rato como eu?
 - Caço.
 - Não comes rato como eu?
 - Como.

8) Que conclusão o gato do lixo vai dizer para o gato de luxo?
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 - Logo, não passas dum simples gato igual a mim. Abaixa, pois, a crista desse orgulho idiota e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens. O que tens é apenas um bocado de sorte...

9) Você acha que existem pessoas como o gato de luxo, que se acham sempre melhores que os outros?

10) Que moral podemos tirar desta história? 
Quantos homens não transformam em nobreza o que não passa de um bocado de sorte na vida!”

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Recomendando Livro




   Com esse livro podemos estar trabalhando, Respeito, honestidade e gentileza são qualidades que devem ser estimuladas desde cedo. Quem trata os outros com cortesia é visto com admiração pelas pessoas. Afinal, todo mundo gosta de ser bem tratado.
   Neste livro há situações que mostram a importância de uma boa convivência, além de sugestões para o trabalho em sala de aula e dicas para as crianças.
    Bom espero que vocês gostem desse livro e tire um bom proveito dele.

Aqui vai um pouquinho sobre o escritor e o ilustrador desse livro:

  BRIAN MOSES, nascido em 1950, é um dos autores britânicos de poesia infantil mais reconhecidos, tanto por sua obra quanto pelas antologias que editou, além das apresentações e workshops que realizou em mais de duzentas escolas do Reino Unido e da Europa. Os assuntos que aborda vão do familiar – carrinhos de mão, jogos de futebol – ao peculiar – monstros, aliens, anjos. Mas em suas obras é comum encontrarmos ambas as vertentes. Começou a escrever poesia quando percebeu que nunca seria um rockstar. Tentava compor músicas, mas estas sempre acabavam em poemas.
  MIKE GORDON nasceu em 1948, em Manchester (Inglaterra). Em 1963, cursava a Rochdale College of Art, mas, atendendo aos conselhos dos pais, arrumou um “emprego de verdade” como engenheiro. Isso foi até 1983, quando começou a desenvolver sua carreira como ilustrador. Em 1993, ele se mudou para a Califórnia, onde começou a trabalhar duro, como nunca havia feito na vida, cuidando de seus quatro filhos. Seu trabalho abrange uma linha que se inicia com livros educativos e de não ficção até livros de entretenimento e ficção. Ilustrou para diversas editoras como a Hodder UK, Simon & Schuster e Haughton Mifflin. O reconhecimento internacional veio com a tradução e adaptação de suas obras no mundo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Amor à verdade."


O CÃO BÓRIS

  Joãozinho mora com sua mãe e seus irmãos num bairro distante da cidade. Sua mãe, todos os dias, bem cedinho, sai para o serviço, recomendando-lhe cuidado com a casa, com dois irmãos menores, Maria e Francisco e com o cachorro da casa, o Boris, dando-lhe água e comida.
  João e seus irmãos adoram Boris, adora brincar com ele, levá-lo para passear, dar carinho a ele. A brincadeira que eles mais gostam é de jogar a bolinha. João e seus irmãos ficam horas brincando com Boris de jogar a bolinha.
  Dona Alice, mãe de João, é doméstica e, trabalha em uma casa de pessoas bondosas que quase diariamente a presenteiam com um punhado de docinhos e salgadinhos, que ela satisfeita leva para casa. Acontece que o alimento, que deveria completar a refeição da família, vem sumindo misteriosamente.
  Certo dia, Dona Alice leva um bolo delicioso que a sua patroa a presenteou, e mais pãezinhos e leite. Deixa o bolo na cozinha, e avisa ao   João e aos seus irmãos:
  - Queridos vamos comer esse bolo amanhã de manhã. Hoje vamos comer os pãezinhos e tomar o leite e vamos dormir.
  E todos comem os pãezinhos e vão dormir. João vai dormir, e Boris vai deitar em sua caminha improvisada na cozinha, uma caixa de papelão com um paninho por cima. Boris adora essa caminha. Ele se sente quentinho e só dorme ali.
  Só que João não consegue dormir. Fica pensando no bolo, fresquinho, macio, e ainda por cima de chocolate... humm, Joãozinho adora bolo de chocolate. Então, João pensa “não vai fazer diferença nenhuma eu pegar um pedacinho né?” Então, Joãozinho salta da cama e vai em direção da cozinha. Corta um pedaço do bolo e come.... hummm tão gostoso. Ele pensa “não vai fazer diferença eu comer outro pedaço né?” E João come outro pedaço e outro até que somente sobrasse as migalhas do bolo. Pela manhã, a mãe de Joãozinho vai acordá-lo para escola, e percebe que a cama dele está cheia de migalhas de bolo. Ela pensa “Joãozinho não agüentou e comeu um pedaço do bolo de noite. Tudo bem comemos o restante agora”. Acorda o menino e manda-o tomar banho. O menino vai para o banheiro e a mãe vai para cozinha. Só que quando Dona Alice chega a cozinha encontra somente as migalhas do bolo. Dona Alice espera João chegar na cozinha já com seu uniforme da escola e, preocupada, pergunta ao filho:
  - João, o que anda acontecendo com a comida que tenho trazido? Cadê o bolo que trouxe ontem?
 - O Bolo? É o bolo...humm foi o Boris mamãe, o Boris que anda comendo tudo!!! Foi ele quem comeu o bolo!! Respondeu o menino apressado. Escondendo que ele mesmo é que havia comido todo o bolo.
  A mãe, muito triste vai trabalhar e à noite quando chega em casa chama João e diz:
- João, meu filho, vamos conversar. Temos que arrumar outros donos para o Boris, pois ele está comendo todos os alimentos, que deveriam complementar nossas refeições.



Interpretação do texto:
1.    Qual a profissão da mãe?
2.    Como ela conseguia os alimentos para levar para casa?
3.    É certo o que Joãozinho fez ao dar a culpa no cachorrinho Boris por ter comido o bolo?
4.    Vocês acham que Joãozinho deve deixar que mãe dê o cachorro Boris para encobrir a sua mentira?
5.    O que vocês fariam se tivessem comido o bolo?

Obs:Pedir as crianças para pintarem o cão Boris.




segunda-feira, 16 de maio de 2011

NÃO CUSTA NADA, RESGATANDO VALORES

Jogo



      Este é um joguinho simples que a gente pode deixar a turma jogar em duplas. Precisa de um dado (que pode ser construído com eles e colocar um grão dentro antes de fechar o dado) e de dois marcadores( pode ser tampas coloridas de pasta de dentes). É muito bom para o início do ano para motivar  os "combinados" da turma.